Com esse frase, Paulo Angelim, no seu livro Morra e Mude, Editora: Mundo Cristão, traz a reflexão sobre a importância de se matar o antigo "eu" e renascer para o novo.
Abaixo está um trecho dessa obra de grande importância para aqueles que estão cansados da mesmice e desejam ardentemente a grande mudança.
"A morte é uma passagem, uma transformação. Não existe planta sem a morte da semente. Não existe embrião sem a morte do óvulo e do esperma. Não existe borboleta sem a morte da lagarta.
A morte é o ponto de partida para o início de algo novo, de um novo estágio. É a fronteira entre passado e futuro. Se você começar a pensar dentro desta perspectiva, verá que a palavra “morte” já não causará tanto desconforto, e poderá buscá-la mais facilmente. Você leu corretamente: defendo que nossa relação com a morte deve ser tão harmônica a ponto de buscarmos morrer em alguns aspectos de nosso ser para que possamos alcançar estágios mais evoluídos de desenvolvimento. Vejamos alguns exemplos.
- Quer ser um bom universitário? Mate dentro de você o secundarista aéreo que pensa que ainda existe muito tempo pela frente, e que planejar o futuro é perda de tempo.
- Quer ser um excepcional profissional? Mate dentro de você o universitário descomprometido e avesso às responsabilidades, que acha que a vida se resume a estudar só para fazer provas e entregar trabalhos.
- Quer ser um excelente marido ou uma ótima esposa? Mate dentro de você o solteiro que pensa poder fazer planos sozinho, sem ter de dividir espaço, projetos e tempo com mais ninguém.
- Quer ser um líder bem-sucedido? Mate dentro de você o subordinado egoísta que pensava na liderança como o momento em que o mundo passa a girar a seu redor.
Enfim, todo processo de evolução exige que matemos o nosso eu passado, inferior. Se não agimos assim, corremos o risco de tentar ser duas pessoas ao mesmo tempo, perdendo o foco, comprometendo a produtividade e, por fim, prejudicando o sucesso. Muitas pessoas não evoluem porque ficam se agarrando ao que eram, ao invés de se projetar para o que serão ou desejam ser. Elas querem o novo posto, o novo degrau, sem abrir mão da forma como pensavam ou como agiam. Com isso, transformam-se em projetos inacabados, híbridos, adultos infantilizados.
Paulo deixou-nos uma bela lição em I Coríntios 13:11: “Quando eu era criança, falava, pensava e raciocinava como criança. Mas quando me tornei homem, meus pensamentos se desenvolveram muito além dos pensamentos da minha infância, e agora eu deixei as coisas de criança”. Ou seja, é possível que, vez por outra, nossas ações sejam infantis — no melhor sentido da palavra —, de tal forma que não matemos virtudes próprias dos tempos de criança, como a vontade de brincar, o sorriso fácil, a vitalidade, a criatividade e assim por diante. Mas se quisermos ser adultos, devemos necessariamente matar a criancice — neste caso, no sentido negativo.
Quer ser alguém (um profissional, uma mãe, um cidadão, uma estudante, um amigo) melhor e mais evoluído? Então pense nas coisas em você que precisam morrer ainda hoje para que nasça aquilo que você tanto deseja ser. Pense nas palavras de João 12:24: “Eu devo morrer como um grão de trigo que cai dentro da terra. Se eu não morrer, ficarei sozinho — uma semente isolada. Porém a minha morte produzirá muitos novos grãos de trigo — uma abundante safra de novas vidas”.
Pense nisto... e morra! Mas não esqueça de nascer melhor ainda!
DESAFIO
Para nascer alguém que frutifica, mate quem você é hoje!
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sexta-feira, abril 27, 2012
quinta-feira, abril 26, 2012
O poder benéfico do som
Todo nós sabemos que a música acalma até as bestas selvagens. O que poucos sabem é que a frequência musical certa pode nos livrar de sentimentos negativos, como o da culpa. O meu amigo Tom R., autor do abençoado blog Mais de Mil Frases de Efeito, compartilha conosco essas descobertas.
Para saber mais acesse o blog do Tom, clique aqui.
Abaixo está um dos vídeos do Youtube com a frequência musical para libertar-se da culpa e do medo. No blog do Tom tem muitos outros. Agora, coloque seu fone de ouvido e curta.
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terça-feira, abril 24, 2012
Seu zíper está aberto
A imagem acima é a homenagem da Google Doodle ao inventor do zíper, Gideon Sundback. Ao acessar o site de busca há uma surpresa. Basta clicar na imagem do zíper que ele se abrirá revelando várias páginas que falam sobre Sundback.
Hoje, dia 24, faz 132 anos do nascimento do engenheiro, Otto Fredrik Gideon Sundback, sueco, filho de fazendeiros, que morou na Alemanha e depois nos Estados Unidos. Seu invento foi criado por volta de 1914.
Como o zíper funciona:
1. O zíper é composto de dois trilhos opostos, cada um deles formado por dezenas de dentes presos a uma fita ou tecido, e um cursor em formato de cunha, similar à letra Y. Esse formato é essencial para o fechamento e a abertura do zíper.
2. Cada dente é formado por um gancho e um espaço vazio. Quando o zíper é fechado, os ganchos dos dentes de um trilho se encaixam no espaço vazio dos dentes do trilho oposto. Para que o zíper funcione bem, cada dente precisa ter o mesmo tamanho e formato.
3. O encaixe tem uma ajudinha do cursor. Quando o puxamos para cima, fechando o zíper, os dois trilhos entram no cursor por duas canaletas e são pressionados um contra o outro, fazendo com que o gancho de um dente se agarre ao espaço vazio do dente oposto.
4. Uma vez fechado, o zíper permanece com os dentes entrelaçados formando uma sólida ligação. Para abri-lo, puxamos o cursor para baixo, e sua cunha vai desencaixando os dentes seguidamente, forçando a separação de um trilho do outro.
(Fonte:Mundo Estranho)
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